sábado, 4 de abril de 2009

Apresentação: O caráter da Notícia

Certa vez, estive lendo um livro e me deparei com o seguinte parágrafo que nos dá uma visão esplêndida sobre o que costumamos chamar de imprensa:

“Nenhum outro povo do mundo possui um instinto de conservação mais poderoso do que o ‘povo eleito’. Já o simples fato de sua existência poderia servir de prova cabal para essa verdade. Que povo, nos últimos dois milênios, sofreu menos alterações na sua disposição intrínseca, no seu caráter, e etc, do que o povo judeu? Que povo, em fim, sofreu maiores transtornos do que este, saindo, porém sempre o mesmo, no meio das mais violentas catástrofes da humanidade? Que vontade de viver, de uma resistência infinita para sua conservação fala através desses fatos!”

Pois é, esse trecho (um elogio ao povo Judeu, certo?!) demonstra muito bem como é manipulada as informações e o que se passa por correto e verdadeiro pode na verdade ser nada mais nada menos que mais uma mentira. Mais uma opinião apresentada como verdade. Não que eu ache que o povo judeu não mereça elogios pela sua teimosia de existir. Na verdade, eu não acho motivo de elogios essa existência, baseada na religião... Mas em fim, isso é outro assunto... voltarei, nos parágrafos posteriores, a comentar o elogio que o trecho faz ao povo judeu. Mas voltemos à discussão:
A hipotética missão da imprensa livre seria nos levar a verdade e publicar o que o povo pensa, para assim ater-se a função de fiscalizar os outros poderes e comunicar ao público a opinião pública (hehe – você acredita nisso?)
Pois bem, certa vez no sofá estava assistindo o Jornal Nacional e escutei o Bonner dizer: “O governo Chinês está obrigando o povo a lotar as arquibancadas dos jogos olímpicos” Caralho!!! Já imaginou o inocente chinês sendo obrigado pelo autoritário policial a ir as competições torcer pela China? Pois é, foi essa impressão que a reportagem tentou passar! Incrível... a clima de fundo instigava sentimentos de raiva por essa “violência” e o repórter lá na China falava em um tom lamuriento e triste por esse cerceamento da “liberdade” (tinha até um chinês sendo empurrado por policiais truculentos e com cacetetes nas mãos!). Fiquei então com raiva do governo chinês, ditadura horrível... mas horas depois me perguntei: E se no Pan-americano do Rio de Janeiro o governo democrático brasileiro fizesse isso? Pois a média de ingresso era de 120 reais! Melhor seria ir nas favelas e obrigar o povão a assistir os jogos, não? FOI DAÍ QUE PERCEBI! ERA Mentira! Pois é, eles possuem uma idéia a transmitir e depois montam as imagens! Prática tão simples que a corja recusa-se a confessar e ainda mais reforça sua falsidade falando em ética.
Outros exemplos me vêem a lembrança de forma espontânea: A Record certo dia noticiou que o Papa era contra a camisinha (coisa que todos estão cansados de saber) e logo em seguida mostrou a Igreja Universal distribuindo o preservativo em um de seus cultos. A rede Globo mostrou com entusiasmo Barack Obama aos brasileiros, mas não divulgou os discursos em que o então candidato dizia coisas como “essa – os EUA - é a nação líder do mundo e escolhida por Deus”. O jornal Nacional é contra o trabalho infantil (como todo o mundo é – com exceção do Silvio Santos ganhando dinheiro na exploração da menina Maísa), mas quando o ministério público questionou os atores mirins em suas telenovelas noticiou que estava “voltando à censura”. Aliás, qualquer coisa contra o interesse deles... já gritam feito meninos birrentos: isso é censura!!! Até mesmo quando tentou-se cumprir a determinação de classificação etária dos programas de tv...
É... como disse Churchill: “Não existe opinião pública e sim opinião publicada!”. Daí eu penso: Se a mídia fiscaliza o governo, quem fiscaliza a mídia? Ah... logo publicariam: O povo! Certo, então por que o povo não elege (periodicamente e separado dos outros poderes: executivo, legislativo e judiciário) os mandantes do poder midiático (o mais poderoso: pois a esse é dada a função de produzir o que é ou não verdade). Aí sim tudo estaria completo... mas quem um dia sair em público defendendo eleições para presidente da Globo, Record e SBT, seria noticiado como “perigoso” e “autoritário”. Em uma conferência qualquer esse bom cidadão, chamado José, por exemplo, discursaria dizendo: “Temos que acabar com essa democracia, que é a ditadura dos jornalistas, para construir a verdadeira prática democrática, onde a verdade estaria também sobre controle do povo...” – E logo apareceria nos Jornais: “José proclama-se antidemocrático” (título ou chamativo do telejornal) e “em conferência José disse: ‘Temos que acabar com essa democracia!” (texto ou a própria imagem de José dizendo tal frase no telejornal – o que não é falso, porém sem contexto não é verdade.)
Em fim, a notícia que o governo chinês estava obrigando o povo a assistir os jogos olímpicos é mentira. E certamente a imagem do Chinês sendo arrastado por polícias com cacetétes nas mãos era por outro motivo – talvez algum ladrão.
É... meus caros... eles são os donos da “verdade”, manipulam os assuntos e os metem no ar como “verdade”. E muitas vezes sem se aperceber, eles próprios, que nada mais é do que o produto de sua visão de mundo, de suas idéias... E falando nisso, voltemos ao trecho que citei no início. Aquele que fala da resistência milenar do povo judeu! Não lembra perfeitamente? Vá lá leia novamente! Leia o "tal elogio ao povo judeu"! Eu espero, leia e depois volte a este ponto
.................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................. .................................................................................................................................................................................... Pois então, este trecho elogiando o povo judeus, foi escrito por um bisneto de judeu. (Só podia ser não é? Elogiando o povo judeu, é claro!) Encontra-se na página 195 do livro intitulado de “Minha Luta” de Adolf Hitler! É... Através da manipulação da mídia, até mesmo algo escrito por Hitler pode tornar-se instrumento de proclamação da "superioridade" judáica. É isso que a mídia faz! Eis por que gritam por democracia!!!

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